quinta-feira, 21 de maio de 2009

Mentiras sinceras me interessam...


Chega a me dar nojo quando penso em quão fingido e hipócrita um ser humano pode ser.
Isso é questão de ética e respeito.
Não pense que pode mentir e ninguém descobrir,
Não pense que porque a pessoa gosta de você,
Sua mentira não vai machucá-la,
Não ache que não vai doer quando descobrirem só porque a dor não vai ser em você.
Todas mentiras um dia vem à tona,
E quando você menos espera.
Às vezes por puro capricho,
Por não querer machucar a pessoa naquela hora,
Ou simplesmente pra fazer a pessoa de idiota.
Mas dói, e dói muito mais porque não foi homem/ mulher o suficiente pra contar.
Porque olhou dentro dos seus olhos e te fez acreditar que era verdade,
Mesmo no intimo sabendo que não era.
Talvez eu seja muito careta,
Mas fui criada sob a lei “se não quer que façam pra você, não faça pros outros”
Eu preferia mil vezes a verdade mais dolorida,
Aquela que me deixasse em pedaços,
Do que uma mentira pra aliviar minha dor.
Mas é impossível pedir “não minta”
Talvez algumas pessoas têm esse impulso, vicio de mentir...
Fico pensando como você pode olhar bem lá no fundo dos olhos
Da outra pessoa, e mesmo vendo o maldito brilho nos seus olhos,
Ainda sim mentir.
E deitar a cabeça no travesseiro e dormir como se nada tivesse acontecido.
Já dizia um velho sábio:
“CONFIANÇA É UMA MENTIRA, NINGUEM CONFIA EM NINGUEM”
Só eu fui muito besta pra não ver isso.

E há quem diga que somos assim graças à lei de Thelema:
“Faze o que tu queres, há de ser tudo da lei”.
Mas a segunda lei de Thelema não é:
“Amor é a lei, amor sob vontade”.
Contradição...

Maldito aquele que se atreve a me olhar nos olhos
E mentir sem nenhum remorso!

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