domingo, 5 de maio de 2013

I give in to sin...



Não sinto nada mais ou menos, ou eu gosto ou não gosto. 
Não sei sentir em doses homeopáticas. Preciso e gosto de intensidade, mesmo que ela seja ilusória e se não for assim, prefiro que não seja. 
Não me apetece viver histórias medíocres, paixões não correspondidas e pessoas água com açúcar. 
Não sei brincar e ser café com leite. 
Só quero na minha vida gente que transpire adrenalina de alguma forma, que tenha coragem suficiente para me dizer o que sente antes, durante e depois ou que invente boas histórias caso não possa vivê-las. 
Porque eu acho sempre muitas coisas - porque tenho uma mente fértil e delirante - e porque posso achar errado - e ter que me desculpar - e detesto pedir desculpas embora o faça sem dificuldade se me provarem que eu estraguei tudo achando o que não devia.
Quero grandes histórias e estórias; quero o amor e o ódio; quero o mais, o demais ou o nada. 
Não me importa o que é de verdade ou o que é mentira, mas tem que me convencer, extrair o máximo do meu prazer e me fazer crer que é para sempre quando eu digo convicto que "nada é para sempre."






Um comentário:

Thalita Colares disse...

Muito intenso! Continue escrevendo mocinha. Bjs