domingo, 5 de maio de 2013

I give in to sin...



Não sinto nada mais ou menos, ou eu gosto ou não gosto. 
Não sei sentir em doses homeopáticas. Preciso e gosto de intensidade, mesmo que ela seja ilusória e se não for assim, prefiro que não seja. 
Não me apetece viver histórias medíocres, paixões não correspondidas e pessoas água com açúcar. 
Não sei brincar e ser café com leite. 
Só quero na minha vida gente que transpire adrenalina de alguma forma, que tenha coragem suficiente para me dizer o que sente antes, durante e depois ou que invente boas histórias caso não possa vivê-las. 
Porque eu acho sempre muitas coisas - porque tenho uma mente fértil e delirante - e porque posso achar errado - e ter que me desculpar - e detesto pedir desculpas embora o faça sem dificuldade se me provarem que eu estraguei tudo achando o que não devia.
Quero grandes histórias e estórias; quero o amor e o ódio; quero o mais, o demais ou o nada. 
Não me importa o que é de verdade ou o que é mentira, mas tem que me convencer, extrair o máximo do meu prazer e me fazer crer que é para sempre quando eu digo convicto que "nada é para sempre."






sábado, 2 de março de 2013

Entre páginas e poeiras.


O silencio toma conta do lugar
Seis da manhã, e o cheiro de café me faz divagar
Uma xícara pela metade
O cigarro a queimar
E um livro aberto a esperar
Entre paginas e poeiras
A vida vai se revelando
E no trago do cigarro
Te trago comigo
E a cada gole de café
Uma sensação a relembrar
Com um meio sorriso nos lábios vermelhos
A te agradecer...
Agradecer pro mostrar, em forma de antítese
que uma relação amorosa pressupõe respeito,
cuidado e troca de igual para igual.
No fundo Joy tocando,
Ao lado de uma garrafa de whisky
Para acompanhar as noites frias
A janela semi-aberta
Deixando feixes de luz entrar
E acariciar a pele branca,
Quase pálida
Estremecendo feliz e intacta,
Sempre se reinventando
E de repente um pensamento...
Que tal dançar?
Então apoia seu cigarro no cinzeiro
E com a xícara de café a esfriar em sua mão
Sai a rodopiar...



Tão mais leve...



"Sem drama, sem expectativas ou babados cor de rosa. 
Nada dói e é como se tivesse sido tirado um peso das minhas costas, que eu já achava que era parte de mim. Triste vocês sempre precisando perder pra valorizar, muito feliz eu finalmente me encontrando, ainda que do avesso, se preciso. 
Tão mais leve quando o sentimento não passa de interesse. Porque interesse, você sabe, só precisa de um outro alvo mais interessante pra ter fim. 
E ir embora me parece bem mais justo do que aguentar qualquer outra partida, de gente que nunca mereceu nem que eu ficasse."




quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

O piloto é você.




Nunca vou entender a sua vontade de querer voltar para algo que acabou. 
Se deixe desistir, esqueça o dia seguinte, lhe dê a oportunidade de experimentar um outro café…
Insistimos em coisas incertas na busca de respostas concretas, mas infelizmente elas não existem. 
Permita-se ser você mesmo sem medo de magoar quem já se cansou de fazer isso com você.
Nossas lacunas da vida podem ser preenchidas de várias formas, possibilidades, perfumes, beijos… 
E o que define sua intensidade é a dosagem aliada à sua maneira de ver a vida. 
A gente se engana, acha que já esqueceu, mas nunca deixa de lembrar que já esqueceu.
E assim jogamos a culpa nos outros das brincadeiras que nós mesmos aceitamos brincar…
A dor sempre é passageira, basta lembrar que o piloto é você. 







segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Um dia acontece, a gente tem que crescer!





Todas as vezes que eu dizia não estar bem era com a intenção de ver você me deixar melhor. 
As vezes que eu dizia estar com saudade era com a intenção de ouvir você dizer que daqui a pouco vinha me ver. Não satisfeita com o resultado eu resolvi dizer que ia embora. E dessa vez foi com a intenção de nunca mais voltar!