Levanta dessa cama garota. Anda!
Sei que tá doendo, mas levanta.0
Coloca uma roupa. Passa a maquiagem. Arruma esse cabelo. Ajeita a armadura. Segura o coração.
Sai por aquela porta. Enfrenta o vento. Sorri pro sol. Segura o coração. Olha pra ele. Passa reto.
Não caia. Não caia!
Engole o choro. Finge de morta quando ele falar com você. Seja fria. Continue andando.
Enfrente seus problemas de cara. Reaja.
Vai. Tá pensando que é só você que sofre? Tá enganada.
Anda menina. Para de ser infantil. A culpa não é de ninguém…
Anda. Seja forte. Seja feliz. Seja uma mulher!!
"Não sei o que é conhecer-me. Não vejo para dentro. Não acredito que eu exista por detrás de mim."
terça-feira, 26 de junho de 2012
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Todos os sentimentos
todas as vozes
tudo se calou
e só pude sentir a gélida brisa...
Entorpecida
Todo o amor
a paixão gostosa
o sentimento bom
se esvairou
Entorpecida
Cade aquela raiva?
cicatrizes e mágoas
duvidas e (in)certezas
Pra onde foi?
Entorpecida
Não consigo formular uma pergunta
impossível achar uma resposta
Desordem
Caos e silêncio ao memso tempo
Entorpecida?
O mundo aqui fora grita
coisas desconexas, tudo tão confuso
Mas calma! O cãos é cá dentro
Onde eu estou dentro de mim?
Não me vejo, não me acho
E agora? Eu me perdi
Entorpecida
Entorpecente
O barulho,
o ruído,
o silêncio
Não consigo identificar...
Em vão tento me explicar,
mas os muros são surdos
Entorpecida
Talvez eu não seja normal
Talvez o mundo seja anormal
Tudo tão desigual...
E aqui os caminhos se fundem
Não sei se sou dama ou drama
Entorpecida
Mas afinal, posso sem armas, revoltar-me?
Oh, voltamos a nós mesmos, destroçados, dispersos...
Nisso vieram os passáros
sufocados, sem canto, preto e branco...
O verniz se foi!
todas as vozes
tudo se calou
e só pude sentir a gélida brisa...
Entorpecida
Todo o amor
a paixão gostosa
o sentimento bom
se esvairou
Entorpecida
Cade aquela raiva?
cicatrizes e mágoas
duvidas e (in)certezas
Pra onde foi?
Entorpecida
Não consigo formular uma pergunta
impossível achar uma resposta
Desordem
Caos e silêncio ao memso tempo
Entorpecida?
O mundo aqui fora grita
coisas desconexas, tudo tão confuso
Mas calma! O cãos é cá dentro
Onde eu estou dentro de mim?
Não me vejo, não me acho
E agora? Eu me perdi
Entorpecida
Entorpecente
O barulho,
o ruído,
o silêncio
Não consigo identificar...
Em vão tento me explicar,
mas os muros são surdos
Entorpecida
Talvez eu não seja normal
Talvez o mundo seja anormal
Tudo tão desigual...
E aqui os caminhos se fundem
Não sei se sou dama ou drama
Entorpecida
Mas afinal, posso sem armas, revoltar-me?
Oh, voltamos a nós mesmos, destroçados, dispersos...
Nisso vieram os passáros
sufocados, sem canto, preto e branco...
O verniz se foi!
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