
Eu já nem me surpreendo
Com a facilidade com que elas caem
Simplesmente caem...
Brotando de onde mais dói
Tirando a dor lá do fundo
E fazendo jorrar para fora
As vezes lava a alma
As vezes os soluços são tão intensos
Que mal consigo me conter,
E respirar.
As vezes com as lagrimas vem gritos,
As vezes vem suplicas
Sussurros baixinhos...
Já teve vezes que se misturaram com a chuva
Para esconder a tristeza
Muitas vezes é n negro da noite que elas caem
Quando sozinha no meu quarto
Presa nos pensamentos
Que incessantes buscam lagrimas para amenizar-se
Talvez nelas encontrar algum consolo, alivio.
Mas eu não me surpreendo mais
Com a intensidade que as lagrimas rolam
As vezes de vagar
As vezes com tanta força
Que parece bombardear me u peito
Elas simplesmente caem...
Com a facilidade com que elas caem
Simplesmente caem...
Brotando de onde mais dói
Tirando a dor lá do fundo
E fazendo jorrar para fora
As vezes lava a alma
As vezes os soluços são tão intensos
Que mal consigo me conter,
E respirar.
As vezes com as lagrimas vem gritos,
As vezes vem suplicas
Sussurros baixinhos...
Já teve vezes que se misturaram com a chuva
Para esconder a tristeza
Muitas vezes é n negro da noite que elas caem
Quando sozinha no meu quarto
Presa nos pensamentos
Que incessantes buscam lagrimas para amenizar-se
Talvez nelas encontrar algum consolo, alivio.
Mas eu não me surpreendo mais
Com a intensidade que as lagrimas rolam
As vezes de vagar
As vezes com tanta força
Que parece bombardear me u peito
Elas simplesmente caem...
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