terça-feira, 30 de junho de 2009

Cair do dia...


Flores, rock e um pouco de whisky com gelo
Um tempo frio, chocolate quente e lembranças
Uma manha fresca, no radio a tocar “spending my time”
Chorar ao som de cada musica
Soluços no peito a doer
Grito interno
Memórias de uma tarde de junho
No cair do dia uma brisa leve
Passeios por uma praça qualquer
Conversas variadas, sorrisos, tempo que ficou...
Pairou, se foi e marcou
Madrugada gélida, choro abafado
Pelo vazio do quarto...
De dia eu sinto,
Mas no cair do dia é pior
Chega a ser impossível
Demora horas ate o sono chegar
O mundo parece pequeno pra mim
Sem cor...
Coração, incha e murcha incessantemente
Despedaça, reconstrói, despedaça...
Falta algo, seu pilar, seu apoio
Onde está? Se perdeu... Onde está?
Primavera, verão, outono, inverno,... Tudo muda, mas eu não
A chuva cai e se mistura com as lagrimas, de novo...
Já acordo pensando na tortura do anoitecer,
E no cair do dia é pior...

terça-feira, 23 de junho de 2009

Lagrimas...


Eu já nem me surpreendo
Com a facilidade com que elas caem
Simplesmente caem...
Brotando de onde mais dói
Tirando a dor lá do fundo
E fazendo jorrar para fora
As vezes lava a alma
As vezes os soluços são tão intensos
Que mal consigo me conter,
E respirar.
As vezes com as lagrimas vem gritos,
As vezes vem suplicas
Sussurros baixinhos...
Já teve vezes que se misturaram com a chuva
Para esconder a tristeza
Muitas vezes é n negro da noite que elas caem
Quando sozinha no meu quarto
Presa nos pensamentos
Que incessantes buscam lagrimas para amenizar-se
Talvez nelas encontrar algum consolo, alivio.
Mas eu não me surpreendo mais
Com a intensidade que as lagrimas rolam
As vezes de vagar
As vezes com tanta força
Que parece bombardear me u peito
Elas simplesmente caem...